Trajes e postura nos ambientes de trabalho

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Em função da falta de conhecimento sobre boas maneiras, postura e marketing pessoal, assistimos a uma crescente relativização das regras de convivência nas organizações, e até socialmente.

É comum este tipo de regramento no poder judiciário, por exemplo?

Sim!

O poder judiciário é um poder que possui um ambiente mais austero, conservador, e que demanda posturas e vestimentas nesta direção. Persiste a tradição das vestes talares e as pelerines sobre o passeio completo para os assistentes dos magistrados.

Há um decoro maior, formalidade inerente. Não tem esse papo de ”cuide de seu decoro, que eu cuido do meu decote”.

Eu escolhi trabalhar em locais assim?

Então… devo me adequar cultura da profissão, do local…

Devo conhecer, respeitar e seguir os códigos de condutas estabelecidos a todos. Para todos e todos, é todo mundo.

Normalmente, os tribunais possuem regulamentos, instruções normativas que dispõem sobre o ingresso e permanência nas dependências de seus edifícios e delega competências às unidades de segurança e cerimonial, normalmente, para fiscalizar o seu  cumprimento e observância.

O problema é o uso do traje esporte para trabalhar. O correto é o passeio ou de cidade, popularmente conhecido como esporte fino.

Em algumas instituições, a padronização não deixa margem à relativização: organizações militares possuem seus trajes e gestos próprios, bem assim os clérigos, advogados e acadêmicos…

Há quem alegue o clima quente como argumento de relativização em muitos locais, e também a falta de poderio econômico para aquisição de vestuário (há exceções nas normas internas dos órgãos, por exemplo) , porém a indústria têxtil, atenta, já produz tecidos mais confortáveis, que permitem preservar a elegância e são hoje bem tecnológicos.

O que ainda se vê muito é a falta de bom senso, principalmente por parte das mulheres, com todo o respeito por quem distintamente o possui, algumas ainda costumam confundir roupa de noite com traje de trabalho, em função da gama de opções do guarda roupa feminino. Exemplos comuns são as sandálias, cavas, comprimentos de saias, decotes e as transparências.

A roupa é uma grande aliada e não deve ser o sabotador da imagem e por isso pode levar a uma irremediável perda de oportunidade numa entrevista de emprego ou colocação funcional, ainda hoje.

Porém observa-se que os constrangimentos extrapolam a falta de sobriedade das vestimentas, também se refletem na ausência de postura de comunicação, seja ela escrita, verbal ou corporal, nas redes sociais, entre outros exemplos.

E nesse cenário profissional, diante da competitividade, cresce a demanda por orientação dos profissionais que oferecem educação nas áreas de boas maneiras, etiqueta, postura, e marketing pessoal, dentro e fora do trabalho.

A sua roupa fala muito de você.

A universidade de Los Angeles, na Califórnia, divulgou um estudo de que a linguagem não verbal é absorvida 93% (o tom de voz 38%, os gestos, expressões faciais e postura 55%), enquanto que as palavras somente 7%, ou seja, é uma questão inserida na eficácia da comunicação e que deve ser usada a seu favor.

Qual é a imagem que eu desejo transmitir com o meu vestuário?

Ele também é uma linguagem. Definitivamente!

A Providência Cerimonial oferece curadoria de etiqueta e postura para pequenos grupos, individualmente ou palestras, customizando as abordagens segundo as necessidades de seus clientes.

Entre em contato e confira as nossas propostas e o conteúdo programático.

O nosso atendimento é pessoal e com hora marcada.

Invista em você!

Pode não haver uma segunda chance para causar uma primeira boa impressão!

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Luciana Rocha, da Providência Cerimonial

Instrutora de etiqueta, postura e protocolo, mestre de cerimônias e cerimonialista

 

 

Providência Cerimonial 
Responsável: Luciana Rocha  
Email: providenciacerimonial@gmail.com  
Telefone: (61) 99214 5588  

Redes sociais: 

Crédito: Imagens retiradas do Facebook e Pinterest

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